Você utiliza estratégias de SEO e ainda não conhece Rand Fishkin? Então você precisa corrigir essa falha com urgência! Fishkin é uma sumidade no assunto, e todos que atuam nesse ramo devem tê-lo como referência.

Fundador da Moz, uma das maiores empresas do mundo a trabalhar com SEO, e considerado um dos líderes corporativos mais carismáticos da atualidade, Fishkin se tornou um dos nomes mais respeitados nesse meio, e suas previsões são sempre vistas com muita seriedade.

Nesse artigo, listaremos algumas das principais tendências de SEO apontadas por Fishkin para 2018.

O número total de cliques orgânicos no Google diminuirá em 5% até o final do ano

2017 já mostrou uma tendência que está ficando cada vez mais forte: menos cliques estão sendo gerados através da pesquisa do Google. E, de fato, as ações do Google, que incluem anúncios mais agressivos e desaceleramento do crescimento da pesquisa (pelo menos nos EUA) apontam para uma diminuição das oportunidade de crescimento orgânico em relação ao ano passado.

Esse novo cenário não significa a extinção do SEO (longe disso). É apenas uma concorrência maior, unida a menos oportunidades de cliques.

Twitter e LinkedIn tentarão reduzir a quantidade de tráfego a outros sites

Se, em 2017, Facebook, Instagram e Snapchat obtiveram sucesso ao limitarem os cliques em links externos em suas plataformas, em 2018 é muito provável que o Twitter e o LinkedIn façam o mesmo, tentando  limitar ao máximo a visibilidade de links levando para outros sites.

Grandes provedores de software de SEO aparecerão devido ao aumento da pressão do Google e da enorme concorrência

Estima-se que, hoje, pelo menos dez empresas de software de SEO façam mais de US$ 10 milhões em receita anual. Como o Google também está tornando o rastreamento de ranks cada vez mais difícil, é provável que haja uma incorporação entre esses softwares, já que essa integração seria mais vantajosa do que uma falência direta.

Alexa, o serviço de voz da Amazon, começará a tirar parte do mercado do Google

É verdade que os dispositivos de pesquisa de voz se tornaram bem úteis, mas, ao mesmo tempo, continuam sendo limitados por falta de uma tela. Com o surgimento do Echo Show, uma espécie de monitor para ser utilizado juntamente com o Alexa, essa limitação tende a diminuir, fazendo com que o serviço de voz finalmente possa competir com o Google. Para 2018, espera-se que ferramentas ainda mais avançadas continuem a movimentar o mercado de pesquisa de voz.

Um dos gigantes da tecnologia competirá de igual para igual com o YouTube

Já está acontecendo. A Amazon e o Google estão numa disputa cada vez mais ferrenha, ao passo que o Youtube vai perdendo espaço ao longo dos anos. Em 2018, sem dúvida, ficará bastante evidente a vontade de se investir em plataformas de vídeos hospedados para concorrer diretamente com o Youtube.

Facebook Audience Network obterá o investimento de que precisa e se tornará um jogador sério

O Facebook Audience Network é uma ferramenta que permite que os editores executem anúncios do Facebook em seus próprios sites. Com uma ferramenta assim, é muito provável que, em 2018, os anúncios do Facebook na web sejam tão grandes ou maiores do que os do Google.

Os aplicativos móveis perderão força

É fato que marcas, organizações e startups de todos os tamanhos investem na web móvel, mas a tendência é a diminuição dos aplicativos móveis, com os PWAs (espécie de aplicativo web que utiliza as mais modernas capacidades dos navegadores para proporcionar aos usuários experiências muito similares aos aplicativos nativos) e os sites otimizados para dispositivos móveis ocupando o seu lugar. Isso terá total impacto no SEO, afinal, sites responsivos serão ainda mais priorizados.

Com as mudanças, os aplicativos apresentarão um número menor de downloads e de lucro para as empresas, sendo o universo dos games uma grande exceção a isso.

O WordPress continuará seu domínio sobre todos os outros CMS

O WordPress sempre dominou o mercado de CMS, ou sistema de gerenciamento de conteúdo. E 2018 promete ainda mais expansão para a plataforma, visto que a empresa está investido pesado em marketing nos últimos anos.

A estimativa do aumento de uso para essa plataforma, segundo Fishkin, é de 25 e 35%, devido à sua flexibilidade, estrutura de custos, extensibilidade e um forte ecossistema de plugins.

Os Estados Unidos começarão a sentir o fim da neutralidade da rede

A Comissão Federal de Comunicações (FCC) já anunciou que estaria tratando conexões mais lentas como “banda larga”, diminuindo assim os requisitos para o que é considerado “penetração” e “acesso”. E isso tudo significa velocidades médias ainda mais lentas e restrições ao uso da web.24

Para Fishkin, algum ISP empreendedor tentará bloquear a mineração, o comércio ou o uso de criptografia como um passo inicial. Segundo ele, porém, a longo prazo isso pode significar mais competitividade entre estados que possuam as suas próprias leis de neutralidade, levando a um acesso da Internet por camadas.

Além de contar com o SEO e o resultado orgânico do Google, é sempre bom garantir o aumento de tráfego em seu site usando ferramentas específicas que, de quebra, podem ajudar também na conversão. Quer saber como? Conheça as nossas soluções de marketing digital.